quinta-feira, 18 de julho de 2019

Jesus: o Verbo


Para falar desse homem de natureza tão nobre e tão pura faz-se extremamente necessário citar aqui algumas partes do evangelho de João:
“No princípio era o verbo, e o verbo estava com Deus e o verbo era Deus.” (João 1:1)
Diante essas informações bíblicas podemos afirmar que o ‘’Verbo “é o nosso mestre Messias que se alto definiu como o caminho, a verdade e a vida: Jesus Cristo.                                                                   
O espiritismo em nenhum momento dentro de sua doutrina exclui as afirmações evangélicas, pelo contrário, através de uma leitura interpretativa e da fé raciocinada, procura compreender os textos bíblicos buscando maior clareza e retirando as alegorias.

“No princípio era o verbo”:
Levando a gramática da língua portuguesa, sabemos que o “Verbo” é tudo aquilo que exprime uma ação. Se no início deste mundo, ou seja, do planeta terra, Jesus já exprimia ações, então isso nos comprova que Ele já existia, e que exercia o comando sobre a Terra desde o princípio.

“E o verbo estava com Deus”:
Nesse trecho vemos que Jesus é um espírito de muita luz e com um alto padrão de evolução espiritual, pois era merecedor de estar com Deus.

“E o verbo era Deus”:
Justamente por ser um espírito de um alto grau de evolução Jesus Cristo foi designado por Deus para assumir a missão de formar e governar o nosso mundo. Tudo foi feito por intermédio d’Ele, portanto, Ele tem o poder absoluto sobre esse planeta e, por isso, ficou conhecido como “Deus”.
Para maior comprovação das afirmações citadas acima, veja alguns outros versículos que falam com bastante transparência sobre essas informações:
“Todas as coisas foram feitas por intermédio d’Ele, e sem Ele nada do que feito se fez.” (João 1:3)
“Estava no mundo, e o mundo foi feito por Ele e o mundo não o conheceu.” (João 1:10)

“Veio para o que era seu, e os seus não o reconheceram.” (João 1:11)

Para completar a sua missão, Jesus encarna no seu plano, a Terra, nos dando a prova concreta de cada ensinamento e do seu amor incondicional por nós, entregando a sua vida para nos mostrar que podemos amar o nosso próximo e nos esquecer de nós mesmos.                         
E é esse amor que vai nos transformar interiormente e nos fazer chegar no alto grau em que Jesus se encontra, podendo assim vivermos em plena harmonia e paz espiritual.


JESUS: O HOMEM


Nome completo: Jesus de Nazaré                                                                                             
Nascimento: 8 a 4 a.C. nasceu em Belém, província da Judéia.                                                                  Morte: 29 a 36 d.C em Jerusalém, Belém.                                                                                                          Etnia: Judeu.                                                                                                                               
Ocupação:carpinteiro, profeta.                                                                                                                              Itinerante e Rabino. Figura central do Cristianismo  
                                                                
O nome Jesus vem do hebraico Yeshua que significa ‘Javé/Jeová’ YHVH. Foi também descrito por seus seguidores por Messias que significa ungido e, por extensão, escolhido, cuja tradução para grego, Xpioros (Cristos), é a origem portuguesa Cristo. Também é mostrado no novo testamento com outros nomes como Senhor principalmente em Atos, Filho do Homem, Filho de Deus, Rei, O Nazareno, Emanuel, Cordeiro de Deus, Luz do Mundo, Caminho e Verdade e muitos outros.
Com o nascimento de Jesus, há como uma comunhão direta do céu com a terra. Estranhas e admiráveis revelações perfumam as almas, e o enviado oferece aos seres humanos toda a grandeza do seu amor, da sua sabedoria e da sua misericórdia. Jesus personificação do amor de Deus.
Vamos agora interpretar o sentido verdadeiro das palavras de João:
“E o verbo que se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e verdade“
Antes de tudo precisamos entender que Jesus não foi um filósofo e não podemos classificá-lo entre os valores puramente humanos, tendo-se em conta os valores divinos de sua hierarquia espiritual.
Enviado por Deus, Ele foi e é a representação do Pai junto ao rebanho de filhos transviados do seu amor.
Diretor angélico do “Orbe” terreno, dando ensejo às palavras do apóstolo, acima referidas.
Jesus, o Divino mestre, nos fala das pequenas coisas que precisamos valorizar para que nossas mentes desequilibradas entrem em equilíbrio.
“Grande é o Oceano, minúscula é a gota, mas o oceano não é senão a massa de gotas reunidas.”
Jesus nos fala, em divino simbolismo da semente da mostarda constituindo a palavra, o gesto, o pensamento da criatura. Por que:
“Há muitas pessoas que falam da humildade, mas nunca revela o gesto de obediência”
“Jamais realizaremos a bondade sem começarmos a sermos bons”
“Alguma coisa pequena tem que ser feita, antes de realizarmos as grandes coisas”
“O Senhor ensinando que o reino dos céus está dentro de nós”
Jesus é o ser mais perfeito que Deus ofereceu aos homens para lhe servir de modelo e guia. Ele é o espírito de maior grau e patente evolutivo já encarnado no Planeta Terra segundo nossa doutrina. É o administrador espiritual do Planeta e de todos os espíritos que nele se encontram encarnados e desencarnados.
Desde a primeira hora, Jesus está chamando cooperadores para os serviços de extensão do Reino de Deus na terra.
“A princípio buscou Pedro e André, os pecadores humildes, a tarefa de salvação”
“Convocou Mateus, o administrador de impostos, a coleta de bens do céu”
“Trouxe Maria de Magdala, a obsidiada de vários “demônios”, á necessária renovação”
“Chamou Zaqueu, o mordomo a fortuna, do alto do sicômetro, ao esforço da benevolência”
“Exalou em Maria da Betãnia o valor da meditação”
“Requisitou Marta, a preocupada servidora doméstica, as obras do pensamento sublime”
“Acordou Nicodemos, o mestre intelectual de Israel, para o ministério da santificação”
“Ergueu Lázaro, no sepulcro, para a manifestação do Divino Poder”
“E ainda, no último dia e na derradeira hora, despertou um ladrão crucificado”
Em todos os vinte e um séculos do Cristianismo que estamos vivendo, o Senhor está chamando colaboradores para a sua obra de redenção e aprimoramento.
Jesus proclama as bem-aventuranças no monte, não induz a violência multiplica o pão que fortifica e alimenta, não convida o povo a reivindicações, aconselha o respeito ao próximo e a política recomendando: “Daí a César o que é de César”
Também ajudou o homem a libertar-se das lutas e provações incessantes;
“Exclamando ao apóstolo: vem e segue-me
“A pecadora exorta: “Vai e não peques mais”
“Ao paralítico fala, bondoso: Ergue-te e anda”
“A mulher sirofenícia diz convincente: A tua fé te curou”
O Benfeitor Celeste foi acima de tudo o orientador da transformação individual. Para isso, lutou, amou, serviu e sofreu até a cruz, confirmando, com o próprio sacrifício, a sua doutrina de revolução interior, quando disse: “E aquele que deseje fazer-se o maior no reino dos céus, seja no mundo o servidor de todos”
O Filho de Deus de conformidade com o evangelho de Marcos é participante da Divina essência... Ele triunfou sobre a morte. Ele é aquele que tem a vida em si mesmo, que é auto existente, independente. Ele é justamente o tempo de vida que Ele promete. Haveremos de nos formar participante da vida divina, por intermédio Do Cristo.
Contudo, Jesus também aparece no evangelho de Marcos como Filho do homem, sendo homem verdadeiro, cujos sofrimentos foram reais. Na qualidade de homem andou em comunhão com o Pai.
Na verdade, pelas orientações da Doutrina Espírita Jesus não era Deus e nem homem. Jesus pelo caminho da evolução tornou-se um espírito puro e sublime, com grandes virtudes, estando assim, muito acima da humanidade terrestre. Ainda segundo as anotações de Emanuel, Jesus recebeu do Criador a missão de formar, orientar e governar o planeta Terra, e se deu desde o início quando este se desprendia da nebulosa solar. Há aproximadamente cinco bilhões de anos Jesus já era o Cristo quando nós muito provavelmente, ainda estávamos na condição de “simples e ignorantes” formando-nos, nos reinos inferiores da criação. Portanto, podemos afirmar que Jesus não pertence à raça humana, e sim que tomou um como semelhante ao nosso, tendo nestes sofrimentos reais e nos ensinando a caminhar com Ele.
Finalizando nosso texto, falo sobre a glória, a sabedoria e o amor de Seus ensinamentos. Pedindo que nos espelhássemos no Evangelho para desenvolvermos:
- fraternidade ao invés do egoísmo;                                                                                                                     - a renúncia edificante em vez da posse inútil;               
- o perdão em lugar da vingança;
- o trabalho com a supressão da inércia;
- a liberdade em vez da escravidão;                                                                                                                      - e o auxílio a felicidade dos outros, como garantia da própria.
Para deixar ainda mais claro sobre a natureza espiritual totalmente elevada de Jesus, João cita no capítulo 17; versículos 4 e 24 partes que confirmam que Jesus Cristo, que já era um espírito purificado que estava num nível bem superior ao nosso, merecedor de estar com Deus, trabalhando na sua Seara de amor. Ele foi designado a desenvolver esse processo no nosso planeta, foi enviado pelo Pai para nos dar o exemplo através de seus ensinamentos e, é caminhando com Ele chegaremos ao Criador.

TEXTO BASEADO EM LINKS DA INTERNET E EDITADO PELO CENTRO ESPÍRITA LUZ DIVINA
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                    

segunda-feira, 15 de julho de 2019

OS ÚLTIMOS DIAS PARA A DATA LIMITE




Hoje, dia quatorze de julho do ano de 2019, início de uma semana de acontecimentos intensos para os espíritas, nos reunimos fraternalmente para contribuir nessa fase que antecede a Data Limite, prevista por Chico Xavier há mais de duas décadas, assunto este bastante debatido por diversos propagadores da doutrina, dentre eles, em especial Geraldo Lemos.
Avisados pela espiritualidade que rege nosso centro combinamos uma pequena reunião que objetivava contribuir com orações e bons fluidos no trabalho da espiritualidade maior.
Iniciamos com a leitura do Evangelho Segundo o Espiritismo, posteriormente explanando e debatendo sobre o conteúdo. Logo depois nos concentramos em oração silenciosa pelo nosso querido planeta azul.
Em uma atividade curta e medianímica podemos em conjunto observar parcialmente alguns dos acontecimentos desse período. O planeta Terra foi visualizado com clareza em suas divisões da geografia física. Os chakras do Círculo Polar Ártico e do Círculo Polar Antártico estão, nesse momento, abrindo gradualmente seus vórtices para a recepção das novas energias oriundas de Alcyone e de outras estrelas que estimulam o nosso despertar para uma era de luz e paz.
Após essa visualização começamos a observar os meridianos e os paralelos do planeta. Marcados pela entrada imediata dessa energia superior alguns deles se ativavam, incluindo uma coordenada geográfica que transpassa o nosso país, dentro do estado de Minas Gerais. Neste momento sentimos os nossos centros de força serem alinhados e ampliados em uma atividade reflexiva que acontecia em nossos corpos astrais. A mesma energia que ativava as coordenadas no planeta fazia a correspondência nos dutos energéticos do corpo astral, alterando diretamente, porém lentamente características específicas no nosso DNA.
Paralelamente outros trabalhadores observavam animicamente o planeta e sentiam a presença de seres elevados em torno do mesmo, emanando energias de calma, paz e perseverança. Sentimos claramente que nesse momento especial estamos sendo auxiliados por seres de outros orbes que desejam contribuir para o avanço planetário. Em nossas mentes a mensagem foi clara: o ser humano só não conseguirá ultrapassar essa etapa se realmente não quiser lutar contra esse devaneio bélico que ainda está enraizado dentro de nós.
Que o Cristo nos ajude nesse momento de decisão!!!

TEXTO DE AUTORIA DO CENTRO ESPÍRITA LUZ DIVINA

domingo, 14 de julho de 2019

DEUS: Uma análise humana



DEUS: UMA ANÁLISE HUMANA

Definir Deus na complexidade do seu ser e de sua obra, é uma ocasião em que as palavras que compõe nossa língua, se tornam restrita.
A maioria de nossos pais sempre nos falaram de sua existência, porem, a dificuldade de dá-lo uma definição ou caracteriza-lo, acabou formando uma imagem, repassada pela igreja católica, de um homem velhinho de barbas, sentado no céu, comandando tudo que conhecíamos por mundo.
Atualmente, com o avanço da ciência poderíamos nos perguntar: onde esta o céu? Pois, se o ser humano já transpassou aquilo que conhecemos por ele, passamos então a enxergar um universo infinito, e quem o traspassou não atestou a presença de nenhum velhinho. Caem por terra então, os nossos conceitos sobre o céu e sobre o mundo, já que existem outros planetas.
Então o que é Deus? Onde Ele está? E como entender essa inteligência?
O homem através do tempo e da sua evolução intelectual tentou conceituar Deus, humanizando o Ser Supremo e se endeusando, ou seja, atribuindo a Deus características humanas e fazendo novos deuses, como os dos pagãos, humanos com características divinas, aproximando assim, a Divindade do ser humano. Trazemos daí a concepção elaborada pelo catolicismo de que o homem pode ser o representante de Deus na terra.
Com a humanização de Deus esquecemos o aspecto principal: Ele por nada foi criado por isso e hipótese e nenhuma é criatura e sim criador, portanto, jamais perdeu ou perderá sua Divindade. Sua presença é verificada desde a menor partícula a todas as dimensões existentes no universo. Diante as essas características podemos compreender o Universo como um reflexo do pensamento Divino. Sendo assim, Deus tudo ver, tudo sabe, e reconhece suas criaturas ate no menor dos Seus pensamentos.
O homem por ser o único a possuir o princípio inteligente desenvolvido, e por ser movimentado por ele, esta submetido às leis do universo, porem, não esta subjugado a segui-las (Livre Arbítrio), exercendo assim, influencia no ecossistema em que vive, independentemente de suas escolhas.
Continuando a refletir sobre Deus e sua complexidade, percebemos como é difícil explica-lo, pois Ele nunca foi visto por alguém, porem, conseguimos sentir Sua presença a cada raiar do sol, no cantar dos pássaros, em cada verde, no ar que respiramos, nos sorrisos verdadeiros de cada ser, assim como na perfeição desse céu infinito que, onde quer que a gente vá, lá ele está, lindo, contagiante, com suas estrelas brilhando e sua lua irradiando na nossa noite. A partir daí percebemos que a inteligência de Deus é incomparável, pois, nem se juntarmos a inteligência de toda humanidade, jamais conseguiremos ao menos chegar perto de sua sabedoria e jamais entenderemos toda essa perfeição.
Deus é misericórdia, justiça suprema, e suas leis são sempre imutáveis. Ele é oculto, mais Sua essência vive dentro de nos; é ausente, mais a Sua presença pode ser sentida em todos os momentos de nossa vida; é imperceptível, mas a Sua luz sempre acendera os nossos corações, através do amor ou pela dor, que também é uma forma de amar e ensinar, não importa como, por que o que importa mesmo e que Deus nos ama e nunca nos abandonar, pois Ele e o amor, é paz, e pureza.
Deus é a dadiva maior do plano espiritual e universal, é a luz que segue em direção ao mal destruindo tudo de mais tenebroso em um momento oportuno. É poder que não se entende de tão graciosa bondade. Ele é a forca que rege o mundo, ser imutável e justo, lutando incessantemente pelo aprimoramento de cada filho Seu. Seu amor é tão grande e perfeito que seríamos incapazes de sentir ciúmes de seu amor, ou seja, ciúmes de Deus.
Deus é essa profunda sensação de alívio quando nos protege de algo tão difícil, de situações tão dolorosas. Ele é suficientemente cabível no coração de quem o ama de verdade. É o controle, é equilíbrio, é psicose curada, mente sã, Deus é vida.
Deus é muito mais que todas as descrições dadas por cristãos e intelectuais do mundo inteiro. Ele é Inteligência Suprema e infinita, é amar sem fim e, através desse amor que como filhos chegaremos ao Pai um dia, e só assim talvez, consigamos entender a verdadeira grandeza de sua sabedoria.
Observando todas as suas características e definições apresentadas em todo decorrer do texto, podemos compreender Deus como sendo o princípio universal, de onde tudo parte. Sendo assim, Ele não esta, Ele simplesmente É.

TEXTO DE AUTORIA DO CENTRO ESPÍRITA LUZ DIVINA


Atlântida sobre a ótica espírita


ATLÂNTIDA SOBRE A ÓTICA ESPÍRITA

Neste texto iremos falar sobre um dos continentes que já existiu na Terra mas, que após uma subsequência de cataclismas, submergiu em pleno oceano no qual deriva o seu nome. A Terra de Posseidon ou Atlântida, assim como é mais conhecida, até hoje causa “intrigas” entre cientistas de várias áreas, levando sempre á pergunta: Será que ela existiu?
Segundo os estudiosos espíritas, Atlântida existiu quando vivíamos mais ou menos no período que a história identifica como Paleolítico. O texto aqui formulado se baseia nos seguintes livros: Os Exilados da Capela do autor Edgar Armond, no qual as primeiras partes do texto é baseada, e em Atlântida – no Reino da Luz do autor Roger Bottini Paranhos que nos dá o embasamento para a conclusão das características dessa sociedade, sendo apresentadas na última parte desse documento.

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Um dos maiores continentes que submergiu sobre as águas do planeta azul foi a Atlântida que era rica em minerais tais como o ouro, a prata e o cobre.  Sua localização se situava no atlântico norte, tendo como habitantes homens de elevada estrutura que tinham cabelos pretos e soltos, e uma testa muito recuada de sua face, suas orelhas eram bem mais situadas para trás e para a parte superior do crânio. Em seu  períspirito a cabeça ainda estava um tanto para fora em relação ao corpo físico, indicando que ainda não havia integração perfeita porém,  os atlântes tinham uma capacidade singular de penetração no mundo extra-físico, permitindo os mesmos ter grandes poderes psíquicos.
 A primeira sub-raça Atlante (nomahales) possuíam pouca percepção e os sentimentos em geral eram poucos desenvolvidos. A mesma desenvolveu rudimentarmente a linguagem e a memória, conhecimentos esses pertencentes ao antigo continente submerso denominado Lemúria. 
A segunda sub-raça Atlante (travlatis) desenvolveu a personalidade e o sentido da realeza, desenvolvendo uma adoração pelos seus antepassados.
A terceira e última sub-raça (toltecas) desenvolveram o animismo e o respeito por pais e familiares. Iniciaram também governos organizados adquirindo experiências sobre a administração. Eles foram os formadores dos modelos da civilização pré-histórica.
Os habitantes desse continente eram homens fortes de pele vermelha escura ou amarela. Eram dinâmicos, altivos e excessivamente orgulhosos. Constituíram um poderoso império, desenvolvendo muitas rivalidades e ambições desmedidas.
Por causa de suas habilidades psíquicas e sua dificuldade constante de desenvolver dentro de si sentimentos positivos, foram enviados vários missionários do Alto para intervir, no sentido de harmonizá-los, tentando fundar assim, a justiça em suas personalidades.
Apesar da insistente tentativa de auxílio realizado pela Falange Verdade as forças inferiores se generalizaram, ocorrendo assim desentendimentos entre as raças existentes. Como consequência dos desentendimentos ocorridos entre os povos e das guerras que ali se iniciaram alguns atlantes passaram a se refugiar ao norte do continente, passando logo após, para regiões da Ásia, pela ponte ocidental do Alasca, localizando-se no que é hoje a China. Outra parte alcançou o Continente Hiperbóreo, situado nas regiões árticas ao Norte da Europa, que nessa época apresentavam magníficas condições de vida para os seres humanos.
Com a saída de uma parte da população atlante para outros continentes, a “sociedade” passou a ser formada pelas outras três sub-raças: toltecas (administradores); semitas (guerreiros); acádios (navegadores e comerciantes). Eles assinaram assim, grandes progressos nas atividades materiais. Apesar disso, tornaram-se condenáveis pelo orgulho e pela violência, comprometendo assim, a sua evolução. Diante todos esses fatos a Atlântida submergiu.
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Os reflexos da submersão de Atlântida ocorreram por toda parte. As lendas mexicanas falam de uma grande inundação que abrigou as tribos Nahoa e Quinché a emigrarem para o extremo sudoeste. Os índios da Dakota (Eua) guardam uma lenda segundo a qual seus antepassados habitavam uma ilha no Oriente (Atlântida), formando uma só nação e dali, vieram por mar para América.
O Popul-vu, obra que contém a mitologia dos Maias, conta que os antepassados dessa tribo da Guatemala, vieram há muitos anos de um país situado ao leste e em pleno o oceano. A mesma obra cita que na época em que o mundo foi afogado por um dilúvio, ao mesmo tempo um fogo abrasador descia dos céus. Podemos então entender que, segundo Edgar Armond, quando a Atlântida submerge é o mesmo espaço de tempo que ocorre a chegada dos capelinos na Terra. Há inúmeras outras referências entre as tribos da América sobre esse país Astlan (Atlântida), todos concordando em situá-lo no Oceano ao leste americano.
Segundo Edgar Armond, Atlântida submergiu gradualmente. Ele afirma que houve dois cataclismas: o primeiro afundando parcialmente o território e o segundo extinguindo-o por completo. Já pesquisas atuais da ciência-esotérica atestam que a destruição da Atlântida ocorreu em quatro etapas: a primeira acontecendo em 550.000 a, C; a segunda em 200.000 a. C; a terceira em 80.000 a. C; e a última 11.500 a.C.
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Pela ciência, comprovar a existência da Atlântida ainda não foi possível, porém, na história existem fatos empíricos que se não tivessem havido, em épocas remotas, uma terra entre o Continente Americano e o Continente Europeu, esses mesmos fatos se tornariam ilógicos. Citaremos alguns exemplos: o homem de Cro-Magno eram do tipo atlante e habitavam a Europa Ocidental, na parte em que fazia fronteira com o continente submergido, mostrando assim as origens dos mesmos. Seus crânios são semelhantes aos crânios pré-históricos encontrados no sítio arqueológico em Lagoa Santa, no estado de Minas Gerais (Brasil).
Como explicar então a semelhança entre as pirâmides egípcias e mexicanas, assim, como a “coincidência” do processo de mumificação de cadáveres praticado no Egito Antigo ser o mesmo realizado no México e no Peru? Teria que ter um ponto de ligação entre sociedades que habitavam territórios tão longínquos e separados por um imenso oceano.
Em 1923 verificou-se que o fundo do Atlântico está lentamente se erguendo, através de uma sondagem que revelou um erguimento de quatro quilômetros concordando assim, com as profecias, como por exemplo, as de Edgar Cayce, que dizem que a Atlântida se reerguera do mar para substituir continentes que serão afundados.
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Com a submersão da Atlântida, o globo terrestre passou a ter uma nova geografia, obtendo importantes modificações na distribuição das terras e das águas. Partes do território da futura América subiu a superfície; permaneceram sobre as águas do oceano que então se formou algumas partes altas que hoje formam as Ilhas de Cabo Verde, Açores, Canárias entre outras; na Europa se levantou a Cordilheira dos Alpes. Essas foram às consequências geológicas da submersão da Grande Atlântida.
Com a submersão da pequena Atlântida produziu-se um novo levantamento na África, completando-se esse continente com a secagem do lago Tritônio e consequente formação do deserto do Saara; Formou-se o atual Estreito de Gibraltar assim, como o Mar Mediterrâneo
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Quanto aos habitantes atlantes sobreviventes a esses dois últimos cataclismas, resta dizer que, parte se refugiou na América sobrelevada formando os povos astecas, maias, incas e peles vermelhas em geral. Outra parte alcançou as costas norte-africanas vindo a trazer novo contingente de progresso aos povos ali existentes, principalmente aos egípcios. Já outra parcela de refugiados chegou as costas do continente Hiperbóreo, onde já existia colônias da mesma raça, imigradas anteriormente formando o que no futuro conheceríamos como as raças do árias.
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Roger Bottini Paranhos, no ano de 2009, escreveu dois livros que conta a história da Grande Ilha: Atlântida, que esta intimamente ligada com a sua história de vida pessoal, já que ele é um dos poucos exilados de Capela que ainda habitam, com necessidade de estar em corpo físico, no planeta Terra.
Tendo acesso as suas memórias do passado, Paranhos retira da nossa visão “véus” ainda existentes sobre a chegada dos capelinos, assim como, da história da Atlântida. Neste tópico especial iremos nos basear nas informações do autor no livro Atlântida – no reino da luz para darmos mais complementos levando ao esclarecimento do nosso amigo leitor.
No primeiro capítulo que ele relata o seu exílio de Capela, repassa-nos a informação de que aqueles que seriam expulsos do planeta, no final do processo de transição, exibiam em alto relevo em seu pulso a marca do exílio: 666, no qual o apóstolo João, em seu livro Apocalipse, interpretou como sendo o número da besta.
Nesta época, Paranhos estava encarnado em Capella, sendo um grande cientista neste planeta. Por ser uma alma portadora de erros brandos, ele foi informado que encarnaria no mundo físico do planeta Terra, mas, seria em sua região mais avançada. Esse continente se chamava terra de Posseidon, e se encontrava em uma dimensão intermediária entre o físico e o espiritual.
Segundo o autor, a aproximação do asteroide que traria os exilados para a Terra, causava uma ação sedativa e hipnótica, fazendo os mesmos entrarem em estado de alienação.
Diferentemente do que afirma outros autores, ele relata que o asteroide cruzou o céu do planeta e entrou em choque com a atmosfera, causando um assustador espetáculo de cores e sons. Com a sua chegada, não demorou muito para que os exilados que ainda viviam na esfera física, assim como ele (Paranhos) serem despregados de seus corpos, sofrendo a atração irreprimível irradiada do asteroide. Após essa “sucção” ocorrida causando a morte de seus corpos físicos, os exilados sofreram então, a sua segunda morte, ocorrendo assim, a perca dos seus corpos sutis.
Explica o autor sobre o fato da segunda morte, que para atravessar o portal dimensional, era necessário não só se desfazer do corpo físico, mas, também do corpo perispiritual. Necessitava-se assim, o despojamento de todos os corpos elaborados a partir do sistema astral e biológico dos mundos regidos pela estrela de Capela. A viagem aconteceria apenas, com a alma, que podia se deslocar na velocidade do pensamento. O transporte aconteceu dentro de alguns segundos.
Relata Paranhos que os exilados ao entrarem na atmosfera terrestre foram recompondo seus corpos perispirituais com os elementos astrais e biológicos da Terra. Ele explica que a Atlântida, “na verdade não fazia parte do processo geológico da terra, da terceira dimensão, era como um reino semi-material, que pairava em meio ao oceano Atlântico.” [1] A Grande Ilha vivia em uma frequência superior e ia se materializando na dimensão física, à medida que seus habitantes foram baixando a sua vibração espiritual.
A humanidade da terra de Posseidon conseguia com facilidade entrar em contato com o mundo astral superior, por isso, dominavam o chamado quinto elemento: o Vril, que era um elo perdido entre o mundo material e o astral. Aqueles que dominavam este elemento por completo necessitavam ter o poder sobre toda a matéria, representada pelos quatro elementos: terra, água, fogo, e ar.
Segundo o autor, essa raça conhecia detalhadamente, todas as combinações que compõe os elementos químico; compreendiam o comportamento dos átomos e das moléculas; conheciam também com profundidade propriedades como a eletronegatividade, raio iônico e energia de ionização.
Através do Vril, eles produziam quase tudo em seu mundo, inclusive um metal ainda mais nobre que o ouro, chamado oricalco. Essa energia permitia também a criação de veículos não poluente que por meio da inversão do eixo gravitacional, os automóveis se locomoviam flutuando.
Afirma Paranhos, que o vril energizava alguns cristais específicos, que tinham o poder de reestruturar e recombinar o DNA de qualquer ser que necessitasse de correção biológica.
Muitos podres a energia vril tinha, como por exemplo, a partir de uma indução energética, erguer pesados blocos de rochas como se fossem monólitos de isopor, característica essa que os primeiros egípcios (descendentes dos atlantes), que ainda dominavam parcialmente o vril conseguiam realizar.
O autor nos explica que a construção de pirâmides, por todos os povos antigos do planeta, é uma herança direta dos povos atlantes, pois, a forma geométrica delas tornavam-se ótimos “catalizadores energéticos”.
Outro ponto característico da Grande Ilha era que os processos produtivos não necessitavam de mão de obra humana. O motivo disso acontecer era dar mais tempo ao homem para dedicar-se ao processo de progresso espiritual.
Na era de Luz da Atlântida viviam mais de 60 milhões de habitantes em completa hamonia, mesmo diante da diversidade de opiniões, e cada cidadão alcançava facilmente os cento e trinta anos de idade. Para os atlantes a ciência, a arte, a filosofia e a religião eram proveniente de uma mesma fonte: Deus. Portanto, qualquer um que se dedicasse a uma área como essa era considerado sacerdote.
O corpo físico dessa raça tinha como característica conseguir chegar a grandes alturas. Facilmente, os homens atingiam dois metros de altura. Já as mulheres mediam em geral um metro e oitenta centímetros.
Os atlantes da era de Ouro eram bem mais evoluídos, porém, ainda não eram perfeitos. Com a chegada dos capelinos que encarnaram na Grande Ilha, em apenas uma geração desses espíritos, Atlântida inicia seu processo de submersão, através da quantidade de energia negativa desenvolvida pela raça recém-chegada.

TEXTO DE AUTORIA DO CENTRO ESPÍRITA LUZ DIVINA




  






[1] PARANHOS, Roger Bottini. Atlântida – no reino da luz. Pág, 39

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Gêmeos Siameses - uma explicação espírita





Gêmeos Siameses: uma explicação espírita


03 - O livro dos Espíritos - Allan Kardec - questão 212
Perg. 212 - Nas crianças cujos corpos nascem ligados, e que têm certos órgãos comuns, há dois Espíritos, ou seja, duas almas? - Sim, mas a sua semelhança faz que muitas vezes não vos pareçam mais do que uma.
05 - Revista cristã de Espiritismo - ano 3, n° 13
A ciência como um todo, mas especialmente a medicina, tem surpreendido a humanidade quase semanalmente com descobertas e experiências capazes de causar perplexidade e, não raro, temor pelas possíveis consequências éticas. Dentre as mais recentes, poderíamos cítar a clonagem, o uso da engenharia genética em humanos, cirurgias realizadas por robôs, operações intrauterinas, técnicas de transplantes cacla vez mais ousadas etc.

No início de novembro do ano passado, o mundo tomou conhecimento da polêmica envolvendo uma cirurgia realizada na Inglaterra, visando a separação de duas meninas xifópagas. O que mais fomentou a discussão é que tal intervenção decretaria necessariamente (como de fato causou) a morte de uma delas, caracterizando a eutanásia para muitas opiniões. A família, proveniente da ilha de Malta e católica praticante, opunha-se, mas a direção do hospital recorreu a justiça e consumou a cirurgia.

Antes de adentrarmos na análise das nuanças deste caso em particular, é conveniente nos situarmos em relação à gênese do fenômeno. Na bibliografia espírita, encontramos referências aos xifópagos em duas obras: Gestação, sublime intercâmbio, do médico Ricardo Di Bernardi, e Perispírito e suas Modelações, publicação bem recente de Luiz Gonzaga Pinheiro. Em uma, temos a respeitada opinião de um profissional da área e, em outra, relatos obtidos a partir de desdobramentos mediúnicos. Faremos as citações quando forem oportunas, paraïlustrar ou acrescentar algo mais aos nossos comentários.

O QUE DIZ A MEDICINA?
Do ponto de vista médico, os casos de siameses compõem o interessante capítulo da embriologia chamado "teratologia". Nela se estudam as anormalidades anatômicas acusadas em um único indivíduo ou em duplos, sendo que entre estes, conforme as partes do corpo ligadas, existem várias classificações e sub-classificações. Teríamos na classificação principal os "monstros de eixos corporais paralelos" (teratópagos), os em forma de "Y", "Y" invertidos e os parasitários.

Nos primeiros, teríamos os toracópagos (ligados pelo tórax), os esternópagos (ligados pelo osso esterno), os cefalotoracópagos (ligados pela cabeça e tórax), os metópagos (ligados pela face) e os pigópagos (ligados pelo dorso). Naqueles em forma de "Y", há uma bifurcação a partir de certo ponto do eixo do corpo, isto é, duas cabeças e dois troncos para um par de pernas. Nos "Y" invertidos, há uma cabeça e tronco e pares de membros duplos.

No grupo dos parasitários (classificação interessante do ponto de vista espiritual), um dos indivíduos é atrofiado e parasita o outro, que, em geral, é bem desenvolvido e proporcionado. Às vezes, nos pigômelos, do segundo só há o par de pernas suplementares. Aqui também se enquadra o parasita interno na forma de tumores benignos, às vezes atingindo o tamanho da cabeça de uma criança e contendo órgãos mais ou menos completos, como ossos, fígado, cérebro etc., além dos "quistos dermóides", surgíveis em qualquer tecido do corpo, especialmente ovários. São pêlos; unha, músculos, etc.

Em muitos destes casos, os siameses, que sempre são do mesmo sexo, desenvolvem-se até a idade adulta e alguns se casam e têm filhos, como Mirtle Corbum, a chamada "mulher dupla", no Texas em 1915. Embora a fonte informe que possuía quatro pares de pernas, a fotografia parece indicar a existência de somente dois, bem como dois aparelhos genitais completos. Ela teve cinco filhos, três num sistema e dois no outro. Violeta e Daisy Milton também casaram, com um único marido.

O caso das xifópagas separadas na Inglaterra, segundo o que apuramos, seria classificada como em forma de "Y", quase atravessadas, porém com forte componente parasitário, visto que possuíam um só par de pulmões e um único coração, pertencentes, na realidade, a uma delas apenas. A sobrecarga cardio-respiratória em pouco tempo levaria as duas ao óbito. Daí a argumentação dos médicos para se fazer a cirurgia, mesmo contrariando a vontade da família.

LEMBRETE:
É O PODEROSO VÍNCULO NOCIVO ENTRE DUAS MENTES EM DESALINHO QUE FAZ COM QUE, AO INVÉS DE OCORRER A SEPARAÇÃO NORMAL QUE DARIA ORIGEM A DOIS GÊMEOS IDÊNTICOS, SIMPLESMENTE SE MANTENHAM OS DOIS EMBRIÕES UNIDOS.
EDIVALDO

ÓDIOS, OBSESSÃO E EXPIAÇÃO
Do ponto de vista espiritual, entendemos se tratar provavelmente de dois espíritos ligados por ódio extremo, talvez de muitas reencarnações, e que renascem nestas condições não por livre escolha ou punição divina, mas por uma espécie de determinismo originado na própria lei de causa e efeito. Alternando-se as posições como algoz e vítima e, também, de plano (físico e espiritual); impelidos por irresistível atração de ódio e desejo de vingança, buscam-se sempre e acabam se reencontrando por vezes em circunstâncias dramáticas, que os obrigam a partilhar até do mesmo sangue vital e do ar que respiram.

Com o sofrimento decorrente das limitações físicas e as dores morais do convívio forçado e da exposição à curiosidade pública, um pouco das energias deletérias acumuladas em seus perispíritos serão drenadas. A convivência ensejará que os dois seres, durante a trajetória (seja ela mais longa ou muito curta), estabeleçam laços de parceria e apoio, despertando sentimentos de amizade, de respeito e início de reconciliação pelo perdão, ainda que manifestos.

Na erraticidade, terão que lutar contra o assédio mórbido que ainda tentará enredá-los nas mesmas tramas nefastas do passado, revivendo as tristes cenas de paixões incontroladas e de perseguição cruel. Dependerão de seus esforços, apoiados pelos espíritos familiares, simpáticos e socorristas, para que resistam às tentações de retrocesso e sigam o caminho da regeneração e do amor.

O Dr. Ricardo Di Bernardi entende que se a permuta de energias desequilibradas for muito intensa e em nível intelectual, ocorre uma profunda desarmonização dos centros de força perispiritual coronário de ambos. Tal fusão energética pode atuar como modelador de uma única cabeça para dois troncos (Y). Quando o desequilíbrio se prende mais aos sentimentos, haveria o envolvimento dos centros de força cardíaco e gástrico e apareceria, então, os xifópagos de "Y" invertido ou letra Lambda.

Deduziríamos que, nos casos parasitóides, poderíamos estar diante de processos de vampirismo, onde a força magnética maléfica de um prevalece, impõe-se, invade e se implanta de tal forma no perispíto da vítima que o inibe, provocando atrofia física parcial. Nos casos de quistos e similares, pode se tratar de espíritos culpados, cujos perispíritos se encomram profundamente ligados por graves e seculares desequilíbrios que fazem tentativas de reencarnação, drenando, assim, mesmo que frustradas inicialmente, quantidade expressiva de energias, extremamente negativas, além de poder estar servindo de expiação ou prova para a mãe.

De qualquer forma, é o poderoso vínculo nocivo entre duas mentes em desalinho que faz com que, na hora da divisão do zigoto, em vez de ocorrer a separação normal que daria origem a dois gêmeos idênticos, simplesmente se mantenham os dois embriões unidos. O confrade Luiz Gonzaga Pinheiro, baseado nas informações de sua equipe de trabalho, em mais de uma vez afirma que casos de vampirismo e ódios intensos impõem, por vezes, o renascimento de corpos ligados, com possibilidade de o mesmo ser atenuado para gêmeos univitelinos.

Num deles, uma mulher grávida de antigo inimigo cometeu suicídio. Em outro, inimigos por três séculos e quatro encarnações, xifópagos em "Y" invertido, desencarnaram aos quatro anos de idade e ainda mantinham no plano espiritual a mesma aparência tal qual um enxerto em vegetais: um amputado pelas pernas e acoplado no tronco do outro.
O médium observa no perispírito do que não possui pernas a sombra destas, informa se tratar do corpo mental e que haveria, futuramente, uma cirurgia de separação de perispírito, a remodelagem do atrofiado e uma reencarnação como gêmeos univitelinos.

O CASO DAS MENINAS MALTESAS
Analisaremos agora mais detidamente o caso particular das meninas maltesas, não quanto às causas espirituais, mas com relação aos problemas éticos envolvidos e suas consequências. Os médicos cometeram eutanásia e deveriam ter sido impedidos pela justiça. E esta pode prevalecer sobre o direito de escolha dos pais? E os espíritos, que não puderam opinar, como ficam? O que foi constrangido a desencarnar terá diminuído seus débitos ou poderá aumentá-los, devido à revolta?

Porém, antes de examinarmos o caso das meninas de Malta, vale acrescentar que, segundo o pediatra Percy Sandoval Ribera, de Joinville (SC), responsável pela equipe médica que faria a separação dos irmãos Lucas e Gabriel em 20 de fevereiro deste ano, a estimativa mundial para a ocorrência de nascimento de gêmeos com um ou mais órgãos ligados é de um para 14 milhões.

Quanto às suas pausas, há muitas dúvidas científicas a respeito. Para a obstetra Ailena Franck, professora de histologia e embriologia da Faculdade Evangélica de Curitiba, a explicação mais aceita é a de que ocorra uma divisão tardia do ovo durante o início da multiplicação celular. Outros são da opinião de que o problema resida nos genes 130 e 150 que seriam defeituosos.

A incidência maior é na África, mas não por razões raciais, visto que, nos Estados Unidos, com elevado percentual de negros na população, são estatisticamente poucos os casos. O termo "siameses" surgiu com os gêmeos Chang e Eng, nascidos em 1811 no Sião, Tailândia. Falou-se até que indicavam o próximo final do mundo. Vendidos a um circo, casaram com mulheres diferentes e tiveram 22 filhos, morrendo aos 62 anos de idade.

No Paraná, tivemos alguns casos recentes. Há cinco anos, houve um caso em forma de "Y" (com duas cabeças) e as crianças morreram logo após o parto, em Curitiba. Estavam ligadas pelos pulmões, fígado e coração. Num dos outros dois casos desse período, em Umuarama, a ligação era pelo tórax e abdome e os gêmeos também não sobreviveram ao primeiro dia.

POR QUE TANTA POLÊMICA:
Quanto ao caso das meninas maltesas, no qual a cirurgia de separação culminou com a morte de uma delas (fato dado como inevitável antes mesmo de ser realizada), temos a análise especialíssima dos fatores éticos. Não se pode fechar questão num raciocínio maniqueísta de que tal ou qual parte envolvida está totalmente certa ou não. Vejamos.

A família, católica praticante, foi contra a cirurgia, por entender que, na verdade, estaria se cometendo eutanásia, mas perdeu o direito de decisão porque os médicos recorreram à Justiça. Podemos traçar um paralelo deste caso com a legislação brasileira quanto à doação de órgãos. A lei em vigor determina que quem decide sobre a doação é o próprio paciente (quando em vida, naturalmente), devendo constar em sua carteira de identidade a condição de doador ou não. Na prática, porém, a última palavra tem sido da família.

Agora já há um projeto para alterar a lei, atribuindo o direito de decisão à família, situação vigente de fato. Outra situação é com relação à transfusão de sangue, não permitida pelos seguidores de certo segmento religioso. Houve casos em que a palavra dos médicos prevaleceu, em outros não.

Entendemos que cada caso é um caso, mesmo pentro de aparente igualdade de Circunstâncias. Mas quem pode julgar: A justiça, como no caso em foco? Mas as leis humanas podem se sobrepor às divinas? Por outro lado, até onde a religião, com suas diversas e nem sempre corretas maneiras de interpretação, pode se impor acima da razão e da ciência?

Por juramento, os médicos estão obrigados a salvar vidas. Pode-se argumentar que, no caso, é preferível salvar uma, ainda que com graves limitações futuras caso sobreviva, do que perder ambas. Em O Livro dos Espíritos, questão 359, esclarecem-nos os autores que, em caso de risco de vida à futura mãe, é preferível sacrificar a do feto,"do ser que ainda não existe para preservar a da que já existe". Na realidade, vida já existe desde a concepção, mas se completa no nascimento, pois o novo ser está ainda em formação.

Talvez caiba aqui o raciocínio de que, sob risco de se perder as duas vidas, envidem-se os esforços para ficar pelo menos com uma. Outro ponto a favor dos médicos no cumprimento de seu dever está na comparação com o caso do soldado que mata na guerra. Na questão 749 da obra citada, os espíritos respondem que o homem não é culpado quando constrangido pela força. E na 748, explicam que o mesmo se dá em qualquer caso de legítima defesa. Portanto, a nosso ver, os médicos estão isentos de culpa, visto que foram movidos pelo sentimento de dever profissional e mesmo humanitário.

FORMA DE REAJUSTE?
Independente da anormalidade, as crianças não dispunham da capacidade de exercício do livre-arbítrio devido à idade e não puderam opinar. Os outros decidiram por elas: uma vive, a outra morre. Mas quem pode adentrar às causas espirituais que enlaçaram dramaticamente corpos, vidas e destinos desses dois espíritos? Não teríam ímpedido talvez este sacrifício? Por que exatamente a vida de uma ficou tão a mercê da outra? Os poucos dias ou semanas que ambas permaneceriam ligadas não seriam a execução de uma decisão prévia e voluntária, cuidadosamente planejada para oferecer oportunidade de reajuste e colocar fim às querelas seculares?

O que representa tal intervalo de tempo de sofrimento físico diante da imortalidade do espírito? Ah, mas elas não têm consciência disso, pode-se alegar. Enquanto dentro dos vasos carnais talvez não, mas uma vez libertas pelo sono e, depois, pelo desencarne, têm-na totalmente. Como dissemos, as enfermidades em geral provêm do espírito, da mente em desequilíbrio e culpada, refletidas no perispírito. Para a completa liberação, precisam ser drenadas para a periferia da individualidade, o corpo físico.

A priori, portanto, não se pode julgar se, neste caso, os médicos e os juizes estão certos e a família errada ou vice-versa. O assunto dividiu a própria classe médica inglesa. O que fica de lição é que o homem não pode mais se privar de considerar a si mesmo como um ser composto de corpo, perispírito e alma. Enquanto insistir em ver só o lado somático, estará correndo grave risco de cometer equívocos de toda ordem. A vida espiritual, antes e depois da passagem terrena, tem que ser considerada, alargando-se a visão do nosso papel aqui na Terra.

As comunidades médicas, científicas e religiosas precisam debater mais juntas, cada uma respeitando e procurando aceitar o que for justo na posição dos outros. Quanto à posição espírita, colocar-se-á ao lado da razão que ilumina e do sentimento que eleva, sem fanatismos ou pieguices. Lembremo-nos que, aos olhos de Deus, nada escapa, nenhum pensamento, nenhuma intenção. Ele indica a estrada, mas é o homem que deve aprender a caminhar.



Pesquisa retirada da internet
Estudos CELD


A evolução das espécies sob a ótica espírita


A evolução das espécies sob a ótica espírita.


Sem dúvida, uma das preocupações da biologia é a cadeia de desenvolvimento das espécies de seres vivos orgânicos a partir do surgimento do primeiro deles em nosso mundo.
Hoje em dia, sabe-se que a primeira forma que surgiu foi o plâncton, o mais elementar ser orgânico conhecido e que, provavelmente, é o início desta cadeia. O termo é de origem grega e define o ser errante, nômade por excelência,  tendo sido dado a essa forma de vida porque se encontrava perdida na atmosfera, contudo incapaz de voar, mas que são mantidas em suspensão pelos ventos e correntes aéreas; e também na água, onde proliferou para dar as primitivas formas monocelulares, das quais derivam não só os animálculos como os primitivos vegetais elementares, todos microscópicos.
Os zoófitos, como o nome indica, são os seres orgânicos cujas características, tanto podem idealizar um animal como um vegetal; hoje em dia apenas são considerados como tal os mais primitivos seres na cadeia orgânica.
Mas, de fato, para que o ser lógico primitivo surgido na Terra pudesse gerar a flora e a fauna teria que conter elementos e condições tanto de um reino como o de outro. Restou a tese da existência dos agentes biológicos capazes de atuar nas formas existentes no universo, transformando-os.
Tem-se como hipótese de trabalho que a molécula é a estrutura por um desses capaz de gerar os átomos de suas substâncias, porém, esses agentes ainda seriam deveras rudimentar para fazer o que suas estruturas tivessem caráter pensante ou duradouro, permitindo reações químicas os transformarem, criando as ditas substâncias. Recomenda-se mais estudos.
Já o mesmo não ocorreria com os seres orgânicos em si, cuja estruturação teria uma vida sem interferências ou modificações radicais se não as provocadas pelo seu desenvolvimento.
Ainda mais uma vez, a tese dos agentes estruturadores sugeria não apenas na formação do ser primitivo. Do plâncton que teria dado início a cadeia evolutiva, como ainda outros agentes superiores comandariam a transformação desses seres em espécies gradativamente superiores, a partir do plâncton até chegar as espécies animais e, finalmente ao homem.
Segundo este raciocínio, foi  lançada a vida biológica na terra pela transformação das cadeias carbônicas em seres primitivos, outros agentes biológicos de transição imediatamente superiores, tanto no reino animal como no vegetal,poderiam atuar nessas formas primitivas, desenvolvendo-as para que se tornem capazes de abrigar a nova vida a ser estruturada. O que não justifica pensar que a evolução espiritual seja gradativa com a matéria.
Teríamos então, esclarecida a transformação das espécies obedecendo a escala evolutiva puramente material, e anunciada pelos pesquisadores.
Evidentemente, a evolução da espécies não acompanha a evolução espiritual, ou seja, não significa dizer que determinado ser espiritualmente seja verme e que, gradativamente, vá evoluindo de espécie em espécie até chegar a condição humana. O que se imagina é que cada ser estruturador aguarde o processo evolutivo material para, então, poder se encarnar num corpo compatível com sua escala espiritual.
Cientistas há, ainda, que tem como certo que antes de habitarmos a terra, fomos vidas de um astro anterior à atual fase do universo, isto na tese da sucessão cósmica num sistema periódico, ou seja, o universo existiria por fases e nossa existência anterior a terra não teria ocorrido na fase atual de expansão.
Na formação da matéria o que se tem em vista é que, a partir da certeza de que a energia universal em expansão por si só não seja capaz de se alterar, para que as mais elementares subpartículas se formem é essencial que esse agente como Frameworker- atue sobre ela, modulando-a e dando origem simultânea a uma partícula material e a outra antimaterial correspondente porque, para que o sistema de equilíbrio não se altere, torna-se necessário, pela lei da ação e reação, que haja ambos os movimentos iguais e contrários.
Primeiro os agentes biológicos mais elementares atuariam para formar a célula orgânica primitiva, marco fundamental para a existência terrena de todos os seres, e sobre essas células teria atuado os responsáveis pela formação do plâncton; primitivamente dentro da água; posteriormente com a saída destes para atmosfera, os mesmos foram levados para os demais pontos do nosso orbe planetário.
Até aí estaríamos na ordem primitiva da cadeia.
As formas e vida na terra, portanto como em qualquer parte do universo, seriam a aplicação encarnatória, desde o processo mais rudimentar até o homem, de seres e formas da espiritualidade, ou, como querem os cientistas, do domínio dos estruturadores.
Pelos estudos paleontológicos, tudo indica que, depois de se transformarem em algas gigantescas, estas plantas começaram a lançar suas ramas para fora da água, e isso permitiu que elas se transformassem  em gramíneas rasteiras, que passariam a se desenvolver sempre orientadas por formas “espirituais” correspondentes e por elos de transição. Daí começaram a nascer os arbustos e, sucessivamente, as árvores, até se tornarem frondosas; criaram-se as gigantescas selvas que, daquele tempo até a presente data, sofreram com a destruição provocada pelo homem, sem refazer seu plantio.
De modo analógicos zoófitos que se ramificam para o lado animal, passaram a se constituir em formas de vida orgânica zoológica inicialmente com micróbios inferiores que, por transformação gradativa, ainda sob ação dos referidos agentes de transição permitiram a mutação dos corpos para neles a par e passo os seres imediatamente superiores, até que a a primeira espécie capaz de estruturar o calcário teve condição de se encarnar num desses animais com vida dentro de um exoesqueleto.
Daí para fazer com que esta carapaça se tornasse interna, talvez tenha sido a mais fácil de todas as transições, dando origem aos vertebrados. A existência dos girinos como forma de transição entre a vida aquática e aérea nos dá também um outro posicionamento de transformação supondo-se que os animais primitivos possam ter tido exatamente esse tipo de vida simultânea.
Há ainda peixes como aqui no Nordeste brasileiro, que durante as secas sobrevivem na lama à espera de novas enchentes, e suas brânquias são específicas para permitirem que eles respirem diretamente da atmosfera.
Allan Kardec nos fala na Gênese de seres espirituais cujas respectivas espécies foram exterminados, segundo ele porque cumpriram sua etapa terrena, tanto na autofunção biológica como na contribuição para o desenvolvimento do meio. Daí o motivo de sua extinção, porque a perpetuidade da vida é uma forma evolutiva nada estagnaria e os próprios seres espirituais, embora não tenham acompanhado o progresso mutativo das formas ditas materiais com a mesma velocidade, não significa supor que eles tenham continuado em seu patamar espiritual. As evoluções podem não ser iguais, mas ocorrem simultaneamente, com velocidades distintas.
Claro esta que, com as novas hipóteses de que o universo é pulsante e anisotrópico, o que se imagina é que o processo evolutivo espiritual vá se projetar na formação da etapa seguinte de sua existência, cumprindo gradativamente a lei de repetitividade.
Portanto, a idéia de que através da evolução os espíritos possam atingir mundos superiores, não significa que isto venha a ocorrer no mesmo ciclo  do universo que se vai esvaecer, ou seja, que nesta fase do universo, nossa civilização terrena, com seus componentes tenham migrado de outro astro, como já foi dito, ou que ao atingir um patamar superior, abandone a terra em busca de outro planeta de maior evolução, o que deverá ocorrer na fase seguinte de existência cósmica.
Na sua reestruturação para dar início a nova fase de expansão do universo é que espíritos que alcançaram graus superiores de conhecimento e de compreensão da vida, capazes de estabelecer novos princípios morais, mas elevados aos que adotaram vão poder construir um mundo melhor para nele habitarem.
Apesar do atraso da humanidade, de que na terra o ser de maior evolução é a criatura humana. Para que ela nascesse biologicamente foi necessário que se processasse o elo de ligação em que espírtos próprios e respectivos, ainda sem a devida consistência necessária para se manifestarem como homem, foram usados não sé em benefício do próprio progresso, mas ainda para que se realizassem as transformações materiais, nascendo em corpos de primatas mais bem estruturados criando as espécies primitivas HOMO SAPIENS que viviam nas cavernas, ou sobre as árvores, como seus ancestrais, contudo construindo em seus galhos abrigos e proteção contra as intempéries e contra o inimigo direto que seria capaz de devorá-los como alimento.
Esses espíritos que se manifestaram nascendo nos corpos de transição, cumpriram galhardamente sua missão, sem dúvida merecendo o prêmio de tarefa cumprida.
Esta claro que conclusões objetivas só podem se referir àquilo que a ciência verificou constando sua veracidade as formas conclusivas de pensamento encaixando o espírito como causa de transformação, se dão pelo fato de que, com os processos e tecnologia moderna já esta mais do que caracterizada a existência desses seres como responsáveis pela personalidade e, por se tratar de assunto esgotado, não cabe aqui repetir os resultados experimentais de comprovação.
Tem-se como certo que, sem espírito, não há vida animal, já que suas células orgânicas continuam vivas no cadáver e este, todavia, não mais apresenta a sua característica fundamental de ser vivente biológico, no entanto, uma coisa é sermos hominais, já termos escalado este patamar; outra é já termos uma formação sadia de sentimentos e atitudes, motivo pelo qual existe a necessidade da criatura humana entender que só ela  é capaz de realizar a transformação, comandando seus atos voltados para as atitudes certas e capazes de edificar um mundo melhor.
Portanto o simples fato de sermos humanos é correspondermos à espécie de mais alto grau evolutivo do planeta não significa dizer que sejamos perfeitos e os que de fato, vieram do mundo para edificá-lo de forma sadia.
O próprio Kardec nega a Gênese bíblica, propondo a ideia do ciclo evolutivo, em coerência com o que se conhece cientificamente.
Uma grande parte corresponde aqueles que já desenvolveram intelectualmente e estão dando a sua contribuição para que as civilizações terrenas se       a fim de que possam fazer do planeta a morada ideal para os seres que aqui habitam. Ao lado deles existem aqueles que cumprem transições e os que vieram com o fito de resgatar seus débitos passados. Aqui também nascem os empedernidos, para que através do processo reencarnatório, possam compreender que seus atos são condenáveis, representam um atraso para eles. Que seus crimes atentam contra a sociedade, que só agem com êxitos voltados aos seus maus instintos.
Enfim, cada qual cumpre o seu papel dentro da sociedade maior, que é a espiritual e, para que todo o sistema sideral progrida é necessário que cada elemento que o componha sofra o mesmo processo evolutivo, já que esta seria, segundo a hipótese do codificador, a verdadeira existência o universo e o motivo pelo qual Deus te-lo-ia criado.


pelo espírito de Artur